quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Aula professora Eliana (Língua Inglesa) - Letramento Crítico!

EE JOSÉ MARIA HUGO RODRIGUES
NAME:  

Laiza Caroline
GRADE: 1ST F

TEMA: LÍNGUA INGLESA E O CONCEITO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

TIPO DE TEXTO: JORNALÍSTICO
DISCUSSÃO: SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS ENTRE O INGLÊ DOS EUA E DO REINO UNIDO


CONTEXTO: DIÁLOGO NUM RESTAURANTE DOS EUA

Atividades desenvolvidas a partir do texto:

• Comunicação oral (no plano da reflexão e no plano da interação em inglês)
• Leitura do diálogo
• Escrita de pequenos relatos sobre o diálogo, e/ou escrita de outro diálogo semelhante.


Waiter: Good Morning, Sir. Would you like a “super salad”?
Client: Yes, please.
Waiter: I’m sorry, Sir. You did not understand. Would you like a “soup” or “salad”?
Client: Oh. I thought you said “super salad”
Waiter: No. Soup or salad, Sir?
Client: Soup, please.
Client (after finishing the soup): Waiter, could I have a serviette please?
Waiter: I’m sorry Sir, a “serviette”?
Client: yes, I want a piece of paper to clean my mouth.
Waiter: Oh, Sir, you mean a “napkin”!
Client: yes, okay, you Americans say “napkin”, we British say “serviette”. Please,
bring me a serviette…I wish people here in America spoke English!






Responda

1.   Você gostou do texto? Por quê?

Sim. Interessante, bom saber a diferença da maneira de falar a mesma língua em culturas diferentes.




2.   O cliente é de que nacionalidade? Por quê?


Britânico. Pois no final do texto ele alega’’ you Americans say “napkin”, we British say “serviette”.


3.   Por que surge o conflito no diálogo?



 A maneira do   garçom     falar sopa.

4.   Qual dos dois resiste mais à diferença do outro?




O cliente

5.   Qual idéia que cada um tem da sua forma de inglês?



Cada um  acha que a sua maneira de falar é a certa pois aprendeu assim.

6.   Quem tem razão? Um dos dois deve se adaptar à diferença de linguagem   do outro? Qual?





O cliente. Sim. O garçom  pois  pelo fato dele receber muitas pessoas teria que se adaptar a varias línguas.

7.   De que forma os dois poderiam ser mais tolerantes?

Sabendo respeita a forma lingüística do outro.


8.   Em que contexto  podemos  deparar com pessoas que falam formas diferentes da nossa língua?

  Lugares   onde  vão  bastante turistas  como em hotéis, festas lugares públicos ou  ate mesmo na escola.




9.   As pessoas que falam formas diferentes da nossa língua são sempre estrangeiras? Por quê?


Sim. Geralmente as pessoas de outros estados ou cidades tem uma  forma diferente  de  pronunciar  algumas palavras.


10.               Quem mais no Brasil, fala formas diferentes da língua portuguesa?

Os corumbaenses, Cearenses etc.




11.               Pode se dizer que essas pessoas falam errado?

Não. Só tem uma maneira diferente de pronunciar.



12.               Quando deparamos com pessoas que falam formas diferentes da nossa língua, devemos corrigi-las? Por quê?

 Na  minha opinião não,seria injusto.Cada um tem sua cultura.





13.               Produza agora um diálogo que demonstre uma diferença lingüística.























Aula professora Valdinéia(Língua Portuguesa) - Crônica 7ºB

Faça como Mário Quintana: a partir da notícia escolhida, crie uma crônica literária. Pode ser em prosa (texto organizado em parágrafos). Seja bem criativo. Seus personagens serão o bandido, a vítima ao telefone, e o parente da vítima (que pode ser apenas mencionado). Crie um final surpreendente. Depois de pronta a crônica, releia-a para corrigir os erros e finalmente dê um título interessante.

Macaco que é querido por todos                                
Lice era uma macaca muito alegre, que quando as pessoas chegam perto ela faz carinho se dar pipoca ela faz gracinha. Ela vivia na universidade,quando uma classe foi lá fazer uma pesquisa sobre como era a vida dos macacos e se encantaram com a Lice,os alunos  começaram a acompanhar a vida dela.

ESCOLA:E.E.Jose Maria Hugo Rodrigues
DATA:22/08/11
ALUNO(S):Evelyn Vivian e Maria Eduarda
PROFESSORA: Valdinéia Marcondes
DISCIPLINA:Português

Aula professora Eliana (Língua Inglesa) - Letramento Crítico!


EE JOSÉ MARIA HUGO RODRIGUES
NAME:  
Amanda S.

GRADE: 1ST F

TEMA: LÍNGUA INGLESA E O CONCEITO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

TIPO DE TEXTO: JORNALÍSTICO
DISCUSSÃO: SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS ENTRE O INGLÊ DOS EUA E DO REINO UNIDO


CONTEXTO: DIÁLOGO NUM RESTAURANTE DOS EUA

Atividades desenvolvidas a partir do texto:

• Comunicação oral (no plano da reflexão e no plano da interação em inglês)
• Leitura do diálogo
• Escrita de pequenos relatos sobre o diálogo, e/ou escrita de outro diálogo semelhante.


Waiter: Good Morning, Sir. Would you like a “super salad”?
Client: Yes, please.
Waiter: I’m sorry, Sir. You did not understand. Would you like a “soup” or “salad”?
Client: Oh. I thought you said “super salad”
Waiter: No. Soup or salad, Sir?
Client: Soup, please.
Client (after finishing the soup): Waiter, could I have a serviette please?
Waiter: I’m sorry Sir, a “serviette”?
Client: yes, I want a piece of paper to clean my mouth.
Waiter: Oh, Sir, you mean a “napkin”!
Client: yes, okay, you Americans say “napkin”, we British say “serviette”. Please,
bring me a serviette…I wish people here in America spoke English!






Responda

1.   Você gostou do texto? Por quê?


Sim. Porque eu gostei da postura de Waiter diante da situação. Alem do mais  era a função dele ser educado.



2.   O cliente é de que nacionalidade? Por quê?

Britânico. Porque ele mostra a diferença entre como fala na Inglaterra e no América.



3.   Por que surge o conflito no diálogo?

Por seres de lugares diferentes, e formas diferentes de falar. Assim havendo um conflito entre os dois.




4.   Qual dos dois resiste mais à diferença do outro?



O garçom.


5.   Qual idéia que cada um tem da sua forma de inglês?

Conflitos no vocabulário.



6.   Quem tem razão? Um dos dois deve se adaptar à diferença de linguagem  do outro? Qual?




O Cliente. Por não estar em sua terra.


7.   De que forma os dois poderiam ser mais tolerantes?


No dialogo, sabendo que ambos eram de nacionalidades diferentes.

8.   Em que contexto podemos deparar com pessoas que falam formas diferentes da nossa língua?

Uma dificuldade de se adialogar.

9.   As pessoas que falam formas diferentes da nossa língua são sempre estrangeiras? Por quê?




Não. Por exemplo, adultos conversar e totalmente diferentes de adolescente.


10.               Quem mais no Brasil, fala formas diferentes da língua portuguesa?


Em casa região do Brasil, fala de formas diferentes, mais compreensivo.


11.               Pode se dizer que essas pessoas falam errado?

Não.



12.               Quando deparamos com pessoas que falam formas diferentes da nossa língua, devemos corrigi-las? Por quê?



Não, porque ele só fala de forma diferente, não errada.



13.               Produza agora um diálogo que demonstre uma diferença lingüística.





Chiara : Hi, can you help me?
Filipe: Hi! Yes I can, what you want?
Chiara:

























1ºF

Turma prioritária - 7ºB - Objetivos


Os objetivos são desenvolver habilidades referentes à leitura, escrita e interpretação de textos, cálculos matemáticos, uso de fórmulas (como os alunos chegam a tal fórmula/ aplicativo Word). Como também, utilizar as mídias sociais, como blog, facebook, twitter para aprimorar a escrita. Além de aprender conteúdos específicos, o aluno aprende a aprender. A preocupação é garantir uma educação voltada para o desenvolvimento do ser, além do domínio das habilidades dos conteúdos. Tornando as aulas mais atraentes com o uso das tecnologias.

Turma prioritária - 1ºF - Objetivos


Construir habilidades e conhecimentos que capacitem o aluno a refletir sobre o uso da linguagem nos textos e sobre fatores que concorrem para sua leitura crítica. Utilizar as redes sociais como twitter,facebook e blog como instrumento de produção textual e leitura de textos gerados nas diferentes esferas de atividades sociais – públicas e privadas. Apresentar a percepção de outras linguagens (imagens, som, imagens em movimento, diagramas, gráficos e mapas) como elementos constitutivos dos sentidos dos textos e não somente da linguagem verbal escrita.